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Ainda em Cuba, Marighella recebeu a notícia da morte de Che Guevara.

O guerrilheiro heroico tombara a 8 de outubro de 1967, em selvas bolivianas, quando, com o respaldo solidário do governo cubano, tentava montar um foco guerrilheiro no local por ele escolhido, na busca de criar vários “Vietnãs” e abrir muitas frentes de luta contra o imperialismo norte-americano.

Che fora preso com vida e, em seguida, covardemente assassinado por seus captores, militares bolivianos e norte-americanos, transformando seu nome em uma bandeira de todos os revolucionários do mundo.

Suas mãos foram cortadas e seu corpo enterrado às escondidas, já que seus assassinos temiam o exemplo que seu cadáver pudesse dar aos explorados de todo o mundo.

Trinta anos depois, descoberta sua ossada no interior da Bolívia, Ernesto Che Guevara teve em Cuba um sepultamento digno de quem ofereceu sua vida na luta contra a opressão.

Seu nome e sua imagem continuam, até os dias de hoje, a indicar seu exemplo como revolucionário, seja nas bandeiras desfraldadas dos movimentos de libertação de todos os povos do planeta, seja nas camisetas estampadas com sua imagem dura e terna, ou nos milhares de jovens em todo o mundo denominados “Ernesto” em sua homenagem.


Trecho do livro Tempo de Resistência, de autoria de Leopoldo Paulino, 11ª. Ed. pág. 87

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